quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Para ti, meu amor...

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A ti que és o meu grande amor, o meu herói, o homem da minha vida desejo-te sempre tudo de bom. 
Sei que podia ser mais querida, mais compreensiva, mais fofinha e cutxi-cutxi, mas se fosse assim, essa não seria eu. Sou brutinha como só eu sei ser, sou rezingona e resmungona, mas acordo sempre muito bem-disposta e não me queixo das coisas que faço por ti (e esperar, que odeio...).

Gosto que tu gostes de animais (sejam os nossos gatos ou animais em geral), adoro que sejas meio maluco e que alinhes sempre nos meus planos. Adoro os teus abraços e quando me deixas em paz porque percebes que preciso de espaço e de silêncio (bem, como uma filha fofa qualquer dessas é difícil...). Adoro passear de carro sem planos contigo e ainda gosto mais que me leves a sítios giros que não conheço.
Adoro olhar a nossa foto gira na minha secretária e perceber que passaram quase 4 anos, mas podia ter sido a vida toda, que este amor que temos é coisa para durar para sempre, mas foi preciso a vida dar tantas voltas para nos encontrarmos.

Gosto muito desta vida que temos e desta nossa família e quero ficar contigo até sermos velhinhos. Amo-te muito até ao infinito, por isso muitos, muitos parabéns!

{O meu marido fez 28 anos no dia 13 de outubro, mas depois de 1 jantar de aniversário e de cantarmos os parabéns em 2 dias seguidos e de andarmos em festa cá por casa, só chegou agora a hora de deixar aqui por escrito...}

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Cenas de mãe #22

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Os meus pais chegaram ontem de visita e hoje a Luísa dormiu a sesta em casa da tia para eu conseguir trabalhar no computador, mas acabei por decidir passar algum tempo a ler em interrupções e a pôr as ideias em ordem, que é disso que sinto mais falta! Mais do que tempo para trabalhar (e desse preciso muuuuito), sinto que preciso de tempo para pensar! Tempo para estar comigo mesma sem pensar nas tarefas domésticas, sem ser interrompida a cada 5 minutos, sem ouvir um 'mãeeeeee!'
Há tantas dias em que me sinto culpada  e depois digo coisas que não são bem verdade e depois ainda me sinto pior... há tantas vezes em que me sinto farta de ter a Luísa sempre atrás de mim (estejamos as duas sozinhas ou esteja o pai também...) e só precisava de umas horas de concentração ininterrupta!
Ninguém disse que seria fácil, mas ser mãe quase a tempo inteiro e ainda ter um trabalho é muito duro!

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Insta flashes #15 - setembro 2017



































Em setembro os amanheceres já estão mais frescos, mas a luz dourada da tarde e as cores vibrantes da natureza compensam isso tudo. Setembro é o meu mês, por isso é sempre uma altura feliz. 
Para além disso chega a minha estação preferida e acho que isso me faz melhor pessoa e mais concentrada noutras coisas que não eu mesma. Parece que não faz muito sentido, mas para mim é isso mesmo. Os meus anos chegam a dia 7 e este ano já são 33 e depois do aniversário sinto que fiquei mais focada na família, na casa, no trabalho e nas leituras, menos em mim. Acho que isso se nota nas fotos.
Obviamente que há fotos das prendinhas, mas há muitas fotos lá fora, algumas fotos da minha miúda e outras tantas fotos da vida de todos os dias e das minhas pessoas :)

Bem, se todos os dias ficamos um dia mais velhos, porque é que só comemoramos nos aniversários? Tenho tentado pensar mais nas coisas boas da minha vida!



segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Esta podia ser uma das músicas da minha vida!


JP Cooperseptember song

You were my September song, summer lasted too long
Time moves so slowly, when you’re only fifteen
You were my September song, tell me where have you gone?
Do you remember me, we were only fifteen

Fins de semana por cá #19

Tarefa de todos os dias: tentar estar mais focada, mais presente, mais disponível para as minhas pessoas, mesmo que haja preocupações e que nem sempre as coisas sejam como gostaríamos.
Tentei organizar a casa no sábado para que no domingo conseguisse tempo para não fazer nada e foi um domingo muito tranquilo, mas a Luísa demorou 1.30h para adormecer à hora da sesta e eu já estava furiosa!!
Foi um dia muito bom? Foi.
Consegui cumprir o que tinha pensado fazer? Não.
Fui para a cama aborrecida comigo mesma por não ter conseguido terminar as tarefa da escola, que supostamente tinham prazo de entrega, que era precisamente domingo...

domingo, 15 de outubro de 2017

Já chegaste, querido outono...

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E, como todos os anos, eu fico fascinada com os tons da natureza quando chegas. Ainda por cima tenho lido vários livros sobre hygge e lagom, o que me tem feito apreciar ainda mais a beleza e a tranquilidade desta estação. Quero publicar fotos do outono por aqui e escrever um post sobre os livros que tenho lido :)

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Adoro!


Pink 'What about us?'

We are searchlights, we can see in the dark
We are rockets, pointing up at the stars
We are billions of beautiful hearts
And you sold us down the river too far

What about us?
What about all the times you said you had the answers?
What about us?
What about all the broken happy ever afters
What about us?
What about all the plans that ended in disaster?
What about love?
What about trust?
What about us?

We are problems that want to be solved
We are children that need to be loved
We were willing, we came when you called
But man you fooled us, enough is enough

What about us?
What about all the times you said you had the answers?
What about us?
What about all the broken happy ever afters
What about us?
What about all the plans that ended in disaster?
What about love?
What about trust?
What about us?

What about us?
What about all the plans that ended in disaster?
What about love? What about trust?
What about us?

Sticks and stones they may break these bones
But then I'll be ready, are you ready?
It's the start of us, waking up come on
Are you ready? I'll be ready
I don't want control, I want to let go
Are you ready? I'll be ready
And now it's time to let them know
Are you ready?

What about us?
What about all the times you said you had the answers?
What about us?
What about all the broken happy ever afters
What about us?
What about all the plans that ended in disaster?
What about love?
What about trust?
What about us?

What about us?
What about us?
What about us?

What about us?
What about us?
What about us?

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Cenas de mãe #22 - ser mãe é uma selva

Para relembrar uma coisa gira - ter respondido a algumas perguntasobre a nossa vida por aqui!

A Andreia é professora de português e foi para a Suíça em 2013, para trabalhar. Foi lá que conheceu o marido, por quem se apaixonou à primeira vista. 10 meses depois engravidou e depois nasceu a Luísa.

Sobre o ritmo de vida: A vida é muito mais tranquila do que em Portugal. Não há tantas atividades extra-curriculares e não há pressão para que os nossos filhos sejam perfeitos ou academicamente exemplares. Além disso, aqui vivemos no campo e temos galinhas, coelhos e horta, dos quais temos de tratar. Quando a miúda crescer mais um bocadinho, hei-de lhe dar a escolher algumas atividades para ela experimentar: música, esqui (que também praticam com a escola), ballet para crianças, zumba ou karaté, ou eventualmente aulas de inglês.


Como é ser criança na Suíça: As crianças são muito bem vistas. As escolas funcionam muito bem, as clínicas médicas têm um espaço com brinquedos e os médicos recebem muito bem as crianças. As pessoas metem conversa, ou pelo menos sorriem. Os carrinhos de bebé podem ficar à porta dos estabelecimentos que ninguém lhes mexe. Os restaurantes também acolhem muito bem as crianças e muitos têm cadeiras e menus infantis. O barulho não é muito bem visto e é esperado que as crianças se saibam comportar em público, porque birras aos gritos não são muito bem toleradas.



Sobre a escola e balanço trabalho/filhos: Eu trabalho para o governo português, por isso sou abrangida pela lei portuguesa, daí os 5 meses de licença (com 80% do salário). Na Suíça são 120 dias e se for preciso ficar de baixa antes do parto, o tempo começa a contar nessa altura. Os pais têm no máximo três dias de licença de paternidade (dependendo dos contratos de trabalho), mas o normal é um dia.

As aulas começam a meados de agosto e terminam a meados de junho e as férias de verão duram no máximo 8 semanas, mas há mais períodos de férias ao longo do ano. Acho este sistema melhor do que em Portugal. Depois das aulas as crianças podem ficar mais uma hora (paga) na escola para fazerem os trabalhos (quem quiser e precisar) ou frequentam algumas das actividades que há na vila.


Sobre a alimentação: Quanto à alimentação, não sei muito bem como é com os suíços, porque sou eu que cozinho para ela, mas das indicações do pediatra e do que tenho lido, não é nada de muito diferente do que faria se estivesse em Portugal. Aqui tenho reparado é que há muita oferta de comida de boião e papas com produtos biológicos e sem açúcar adicionado, por isso não há cá em casa Cerelac nem nada desse género.

Sobre o melhor e o pior na Suíça: É um país muito organizado, bonito e muito limpo. Tem uma grande diversidade a vários níveis, linguísticos, paisagísticos, culturais, e aceita bastante bem os emigrantes, o que só enriquece a vida de quem cá mora.

A única coisa má é que podia ser só ali do outro lado da fronteira para estarmos mais perto dos nossos. É que isto de vivermos fora é tudo muito bom, mas a geografia pesa-nos no coração.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Perfeito para um dia como o de hoje #92

A distância é uma coisa difícil de contornar, porque sempre são 2 mil km entre a nossa casa aqui e as famílias e amigos que temos em Portugal e há dias difíceis, mesmo que já estejamos conformados com isso. Os aniversários dos meus pais são sempre dias emocionalmente difíceis e hoje a minha mãe faz anos.
Tento conseguir um equilíbrio neste coração entre a vontade de apanhar o 1º avião direito a Lisboa e a necessidade de trabalhar e de manter a rotina aqui pelos Alpes, mas juro que é das coisas mais difíceis que faço na vida.
Nunca me é difícil partir, porque penso sempre no que está por vir (seja a 1ª vez que chego de novo a um país para ficar uns tempos e a estadia aqui na Suíça já foi a 3ª vez que fiz isso; sejam todos os regressos de Portugal, porque penso na vida que tenho aqui e de que gosto muito!), mas a rotina sem poder estar com a família é que torna a equação desequilibrada...

Tudo isto para dizer que tenho umas saudades loucas da minha mãe e do meu pai e hoje só queria lá estar para lhes dar um abraço apertado e um beijo de parabéns à minha mãe. Mas consegui falar com ela logo cedinho e cantei-lhe os parabéns a duas vozes com o meu sobrinho e foi mesmo bom!

domingo, 1 de outubro de 2017

Fins de semana por cá #18

Seguindo a divisão da minha agenda, se lá tivesse escrito alguma coisa para hoje:
ManhãManhã de limpezas e arrumações cá em casa e consegui fazer (quase) tudo antes do almoço: lavei roupa à mão, pus roupa a lavar (hoje lavaram 2 máquinas e estendi 3, uma que lavou ontem), fiz a cama da miúda de lavado, lavei o chão (o marido aspirou), lavei loiça e a máquina da loiça também lavou e arrumei, fiz almoço (febras de fricassé), apanhei roupa, dobrei e arrumei, lavei o WC e arrumei brinquedos da miúda. Não vou passar a ferro, como tinha pensado, porque afinal só tinha 3 ou 4 peças para passar e pode ficar para a semana!

Tarde: um livro terminado no sofá depois do almoço e mimos à princesa depois da sesta. Entretanto decidimos ir fazer a reciclagem do plástico e do vidro à tarde e passámos no supermercado a comprar vinho e cerveja e pão para o jantar. Também tirei o lixo do balde (aqui não há contentores e o camião do lixo passa à 2ª de manhã, por isso ao domingo tratamos disso e à 2ª de manhã o marido põe o saco do lixo na rua).

Noite: jantarinho bom  que o marido fez (coelho à caçador com batatas fritas e arroz) e arrumar a loiça que ainda não tinha secado e arranjar alface para estar pronta a usar. Pôr a loiça na máquina e arrumar a cozinha.
Entretanto ir adormecer a princesa e agora trabalhar um bocado nas tarefas burocráticas da escola enquanto o marido vê o Benfica!

Ontem foi dia de aulas de manhã e ainda dormi uma sesta à tarde no sofá. Podia ter feito as tarefas da casa ontem e hoje não fazia nada, mas não correu como eu planeei. Aliás, tinha planeado (na minha cabeça) irmos a uma loja de decoração de que gosto muito comprar as cortinas aqui para o escritório, mas a miúda adormeceu e acabámos por ficar por casa e foi muito bom!
Um fim de semana caseirinho e para começar a semana com tudo arrumado é o máximo! Já devia era estar a dormir a esta hora...

sábado, 30 de setembro de 2017

Das leituras #29 - livros do verão de 2017*



Não sei se leituras mais técnicas deviam aparecer por aqui, mas a verdade é que vou lendo várias coisas em simultâneo, primeiro porque gosto de ir intervalando livros e estilos literários, depois porque tinha imensa curiosidade em ler qualquer um destes dois e não fiquei nada desiludida!

Viver devagar: Não sei se foi por tê-lo lido nas férias em Portugal (umas horinhas chegaram para o ler, tal era a vontade de saber as sugestões da Maria. Como gosto tanto do blogue dela, seria difícil não gostar do livro, e não me enganei! Muito bom mesmo! Tanto, que ando a pensar em escrever um caderno com uma adaptação aqui para os Alpes e para a nossa vida aqui :) obviamente que não será para publicar, mas um legado para o futuro desta nossa rotina alpina.

O livro do Hygge: depois de ter lido este resumo da Mafalda (vários dos livros que tenho lido ou comprado nos últimos tempos têm sido por sugestão da Mafalda e ainda nunca fiquei desiludida!) e de ter visto algumas imagens, fiquei com imensa vontade de ler o livro e adorei! Uma pessoa fica inspirada com as explicações sobre o hygge em várias situações e com as sugestões do autor e já por cá andam mais velas e mantas fofinhas!



Diário de uma grávida: mais um livro de não-ficção e desta vez sobre a gravidez. Costumo ler os blogs da Catarina Beato e da Sofia Serrano e este é um tema que me interessa bastante. Não estou grávida outra vez (ainda...), mas queremos muito ter outro filho e tinha curiosidade em ver a abordagem da Catarina seguida dos conselhos da Sofia e gostei bastante. É um daqueles livros para se ter na mesinha de cabeceira quando se está grávida, em especial se for o primeiro filho.

Pequenas grandes mentiras: já tinha lido um da autora em março 'O segredo do meu marido' e tinha achado muito interessante a história, mas a tradução não facilitou muito a leitura. O fim foi surpreendente e deste também! Li ambos em e-book e foi uma forma bastante agradável de passar as viagens de comboio e nem sempre me apetecia sair na estação certa e vir para casa! Neste livro fala-se de uma teia de mentiras, ilusões e meias verdades que as personagens vão urdindo e no fim há atitudes drásticas! Há série de tv com a Nicole Kidman, mas não sei porquê não estou lá muito interessada...


Os diários secretos: sou fã de policiais e apesar de saber que a Camilla Läckberg pode ser considerada light neste mundo dos policiais, gosto bastante da histórias que leio dela, principalmente a relação familiar do Patrick e da Erica e da relação que têm sempre com os homicídios que vão acontecendo. Li-o num instantinho (2 ou 3 dias) e marca as férias no Algarve :)

Uma volta ao mundo com leitores: um dos blogs que mais prazer me dá ler é o da Sandra Barão Nobre, o 'Acordo Fotográfico' porque fala de livros e de leitores e tem sempre fotografias fantásticas! E quando soube que ia passar para livro, é óbvio que tinha de vir parar cá a casa. E, como já era de esperar, adorei! Gosto muito da forma da Sandra descrever o ambiente em que se inserem as fotografias e sendo uma viagem por várias países onde nunca estive torna-se ainda mais interessante. Lembrar-me-ei, para sempre, de onde é que estava quando o li e isso é tão bom!


O livro dos Baltimore: não imaginam a minha alegria quando a minha irmã me disse que tinha comprado este livro e que tinha a ver com o Marcus Goldman, a personagem principal do livro 'A verdade sobre o caso Harry Quebert' e li-o em meia dúzia de dias em junho. Logo calhou na semana em que o meu marido e a miúda foram para Portugal ao funeral da avó dele (eu não fui, porque tinha aulas e muito que fazer para fechar o ano!) e acabei as noites todas na cama a ler até ter mesmo de ir dormir! E também recordarei este livro tão empolgante lido nesses dias de saudades deles!
E já soube que vai passar a filme ou série e gostava de ver a adaptação que vão fazer!

Um postal de Detroit: não gostei nada e obriguei-me mesmo a acabá-lo, porque não gosto de deixar livros a meio. Achei demasiado confuso (já tinha achado o mesmo sobre 'O teu rosto será o último', mas dei o benefício da dúvida!) e, apesar de ter percebido a ligação entre as personagens, fez-me imensa confusão haver saltos na história, personalidades com várias designações dependendo da fase da vida e não se chegou a saber o que é que aconteceu a Marta... 





O Aprendiz: já tinha lido um livro dela em 2014 e gostei e deste também gostei. Homicídios, conspiração e a dupla Rizzoli e Isles a travar mais um assassino. Sei que a série de tv se baseou nestes livros, mas não consigo encontrar grandes semelhanças entre as personagens principais. Ou melhor, depois de ver a série (da qual gosto bastante), imagino as duas mulheres de uma forma diferente da que é descrita.

As meninas: admito que tinha um bocado receio de ler este livro e de ser um dramalhão daqueles de fazer chorar a cada virar de página, mas dei por mim muitas vezes com um sorriso na cara à conta da Rose e da Ruby. Gostei bastante desta história sobre duas gémeas siameses e das suas aventuras e dificuldades, aliás muitas dificuldades, mas viam sempre o lado cómico e mais positivo das várias adversidades. Não é um livro de auto-ajuda nem pouco mais ou menos, é sim uma história trágico-cómico de duas siamesas craniópagas que só queriam ser vistas como duas pessoas normais.


O Cego de Sevilha: demorei mais de um ano a acabar este livro e houve uma altura em que pensei seriamente que não o iria acabar. Uma leitura lenta, difícil e muito thriller psicológico (normalmente gosto disso, mas neste caso foi muito difícil entrar na história...). Sei que já tenho ali outro desta trilogia à espera (são da minha irmã), mas acho que lerei muitas outras coisas antes de voltar aos casos do inspetor Javier Falcón...

Pássaros feridos: um dos livros da minha vida!! Já o tinha lido há uns anos (há 15 ou 16, acho eu) e tinha adorado, mas agora que o reli reconheço que na altura o livro teve um impacto brutal em mim, porque é um drama humano a muitos níveis e eu não tinha maturidade suficiente para perceber esse impacto. Voltei a emocionar-me muitas e muitas vezes com a histórias da família Cleary e continuarei a recomendar este livro a qualquer pessoa!

Filha do mar: não gostei por aí além. Lê-se bem, mas não consegui entrar na história e houve muitos momentos que achei que não acrescentavam nada de novo à lógica da narrativa...

* de maio a setembro é uma duração de verão bastante aceitável, muito melhor do que os 3 meses que dura mesmo a estação. Assim sinto que as férias esticam e que as leituras refletem o meu estado de espírito durante estes últimos meses, mais leve e mais feliz :)
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