quarta-feira, 26 de abril de 2017

Um mês!

Um mês em que não publiquei nada de jeito a não ser músicas. Ando sem tempo, a paciência nos mínimos dos mínimos, a cabeça cheia de coisas, listas de tarefas intermináveis, prazos a cumprir, a minha avaliação docente dos últimos 2 anos para fazer (feita, entregue e já vista e comentada pela coordenadora e até não foi má!), o projeto da tese em mãos e continuo a ser mãe, professora, dona de casa e esposa.
A parte do eu-mulher é que está no fundo, bem fundo da lista das prioridades!
Também sou importante, mas o clique ainda não aconteceu, por isso vou fazendo o que é mais urgente e importante e prioritário!
(E às vezes grito com a miúda por causa disto tudo e fico a sentir-me uma mãe horrível!)

terça-feira, 11 de abril de 2017

Linda!



Diogo Piçarra 'Dialeto'

Estou apaixonada por esta música, principalmente pelos acordes inciais!

segunda-feira, 20 de março de 2017

Aos pais da minha vida!


O pai da minha filha e meu marido:

Hoje é o teu 3° dia do pai e o 2° com a nossa princesa nos braços e cada vez gosto mais do pai que tu és para esta filha maravilhosa que temos! 
Há 2 anos a Luísa dava pontapés na minha barriga especialmente para o pai, no ano passado passámos o dia em casa os 3 em família e este ano vamos passear com os tios. 
Cada dia diferente e especial, mas desde que nasceu a Luisinha todos os dias são especiais, todos os dias importam, todos os dias esta pequena nos faz mais felizes. 
Amo-te, meu amor, pela pessoa que tu és e pelo pai fantástico que tens sido para a nossa miúda de cabelo preto e olhinhos de azeitona! Obrigada por me ajudares a ser a melhor mãe que a nossa miúda merece 😘😘
Feliz dia do pai 😍👶💑👪💗💟

O meu pai:
O colo do meu pai é sempre maravilhoso, mesmo que já não seja como quando eu era criança. Gosto muito das nossas conversas (o meu pai é um bom ouvinte e dá muito bons conselhos, embora fale pouco!) e dos nossos abraços e adoro os momentos que estamos juntos, apesar de serem sempre poucos!
Gosto de pensar que foi o meu pai que me transmitiu o valor do trabalho (muitas horas passei eu no campo com a minha irmã a trabalhar com o nosso pai), o valor da palavra e da honra (cumprir com o que se diz e honrar compromissos e responsabilidades para com outras pessoas é muito importante!), o reconhecimento das pessoas que nos ajudam, o esforço para se conseguir alguma coisa na vida, o amor nos pequenos gestos e a liberdade com responsabilidade que nos incutiu desde cedo. E o respeito nunca faltou e nunca foram precisos castigos!
Reconheço e agradeço os sacrifícios e tudo o que fez por nós para que nunca nos faltasse nada. Lembro-me da lagriminha dele no canto do olho em vários momentos e as despedidas são sempre difíceis, mas sei que o meu pai está disponível à distância de um telefonema!
Pode não ser o mais bonito nem o mais bem vestido, mas é e será sempre o melhor pai que eu podia querer! A nossa família é mesmo a melhor do mundo 💟
Amo-te muito pai querido!

sexta-feira, 17 de março de 2017

Que maravilha!


Jonas Blue 'Perfect Stranger'
You were looking at me like you wanted to stay
When I saw you yesterday
I'm not wasting your time, I'm not playing no games
I see you
Who knows the secret tomorrow will hold?
We don't really need to know
Cause you're here with me now, I don't want you to go
You're here with me now, I don't want you to go
Maybe we're perfect strangers
Maybe it's not forever
Maybe the night will change us
Maybe we'll stay together
Maybe we'll walk away
Maybe we'll realize
We're only human
Maybe we don't need no reason
Maybe we're perfect strangers
Maybe it's not forever
Maybe the night will change us
Maybe we'll stay together
Maybe we'll walk away
Maybe we'll realize
We're only human
Maybe we don't need no reason
Why
Come on, come on, come over
Maybe we don't need no reason
Why
Come on, come on, come over
No one but you got me feeling this way
There's so much we can't explain
Maybe we're helping each other escape
I'm with you
Who knows the secret tomorrow will hold?
We don't really need to know
Cause you're here with me now, I don't want you to go
You're here with me now, I don't want you to go
Maybe we're perfect strangers
Maybe it's not forever
Maybe the night will change us
Maybe we'll stay together
Maybe we'll walk away
Maybe we'll realize
We're only human
Maybe we don't need no reason
Maybe we're perfect strangers
Maybe it's not forever
Maybe the night will change us
Maybe we'll stay together
Maybe we'll walk away
Maybe we'll realize
We're only human
Maybe we don't need no reason
Why
Come on, come on, come over
Maybe we don't need no reason
Why
Come on, come on, come over
Maybe we're perfect strangers
Come on, come on, come over
Maybe we don't need no reason
Why
Come on, come on, come over

quinta-feira, 16 de março de 2017

Someone dixit #15

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Num mundo ideal nunca perderíamos o foco, a motivação ou a alegria. Nunca mundo ideal estaríamos sempre felizes e contentes e de bem com a vida. Mas este mundo, que é muita coisa, ideal não é e, por vezes, temos momentos desses. Eu tenho-os. No pico dos meus piores momentos parece-me que toda a gente nas redes sociais é um bocadinho mais perfeita e feliz do que normalmente me parece. São parvoíces, mas a nossa voz interior mais pessimista vem ao de cima quando estamos em baixo. (...)

Nos meus piores momentos (que não são muitos, mas quando se dão, são a sério) esqueço-me temporariamente de quem sou, como sou e nas coisas boas que tenho e que sou e que dou aos outros também. Esqueço-me de que não sou inútil nem desamparada nem completamente desinteressante. Esqueço-me do que me faz feliz, porque durante algum tempo as coisas felizes deixam de ter lugar no meu mundo. Mas tudo isto é temporário.

Catarina Sousa ou Joan of July aqui

terça-feira, 14 de março de 2017

Do coaching #3

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Acho que no dia da mulher não precisamos de presentes, precisamos de refletir sobre as desigualdades de género e de nos valorizarmos enquanto mulheres com todas as nossas caraterísticas! 
Foi uma coincidência, mas no dia da mulher fiz uma sessão de Skype sobre roupa e com o maior destralhamento da minha vida com a melhor coach de sempre - a Anita. Até pode parecer fútil, mas concordo plenamente com o que diz a Helena Magalhães no seu blog The Styland. Ela fala sobre cremes, maquilhagem e perfumes, mas podia falar de roupa, que o foco é o mesmo!
Mas o que eu costumo dizer - e partilhei na Beauty Talk - é que sem esses cremes, perfumes e batons nenhuma de nós sairia de casa com a mesma confiança com que sai todas as manhãs. Porque algo tão sem importância como um creme, um perfume e um batom tem o poder de mudar por completo a forma como nos sentimos e vemos.
Para mim, é uma arma de mudança exterior que tem muito mais impacto no interior.

Quando eu digo que a beleza é uma arma de empowerment refiro-me exactamente ao impulso de segurança com que nos enche.
E realmente o  modo como nos vestimos e como nos apresentamos ao mundo mostra muito mais de nós do que o que pensamos! E eu não ando contente com a minha 'embalagem', com a forma como normalmente me visto. Sei que tenho bastantes quilos a mais e sei perfeitamente as causas disso e as consequências também, mas tenho de gostar do meu corpo em todos os momentos da minha vida, para conseguir seguir passar uma imagem mais aproximada daquilo que eu sou.
Na sessão destralhei sem piedade e no fim senti-me feliz. Roupa velha, apertada, que não fica bem tudo fora. É verdade que tenho um saco de roupa para pôr na arrecadação à espera de melhores dias (ou seja, daqui a uns meses é para dar uma volta a ver se alguma coisa serve e se continuo a gostar!)
Entretanto na 6a fui às compras e supostamente ia comprar coisas para mim, mas aconteceu o que eu já esperava. O que gostei não me servia e houve muita coisa de que não gostei e sei que não me ia ficar bem...
Uma frustração! Comprei coisinhas fofas para a minha filha, como de costume, e vim sem nada para mim! Também não ajuda aqui perto não haver propriamente muita escolha de roupa! No centro comercial há a H&M, a C&A e pouco mais.
Fiquei triste e desiludida...

terça-feira, 7 de março de 2017

Das leituras #26 - A rapariga no comboio

Já está lido mais um livrinho e este ano já são 4 lidos e mais uns quantos a meio. Já tinha lido mais de 100 páginas no domingo à tarde no sofá e ontem li quase até ao fim! Fomos passear de carro até Itália e aproveitei para adiantar a leitura e hoje de manhã ainda antes do peque-almoço li as páginas que faltavam.
Já tinha saudades de um page-turner assim! Achei o enredo altamente paranóico, mas ao mesmo tempo muito envolvente e não se consegue parar de ler até o livro estar no fim com a vontade de descobrir afinal o que aconteceu à Megan! O fim da história fez-me lembrar o desfecho do livro 'A verdade sobre o caso de Harry Quebert', por causa da floresta e dos motivos das personagens.
Gostei mais do livro do Joel Dicker, mas também gostei bastante deste. Recomendo!
'Não sei para onde foram todas as minhas forças, não me lembro de as ter perdido. Acho que se foram desgastando ao longo do tempo, pouco a pouco, com a vida, pelo simples facto de ir vivendo'.
Agora tenho curiosidade em ver o filme para perceber como é que adaptaram ao cinema!

Cenas de uma trabalhadora-estudante #XXI

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Agora que a parte curricular está terminada, vem aí a tese e hoje aproveitei a manhã para tratar do email à professora que gostava que fosse minha orientadora e só espero que ela aceite. O tema em geral já está decidido, mas preciso de ser mais específica e neste momento a minha cabeça não tem estado para aí virada. Acho que vou mesmo esperar que a professora me responda e aproveitar as férias para arrumar o resto dos sacos das mudanças, para me manter ocupada e não começar a pensar no que pode correr mal (a professora não aceitar, achar que a ideia não tem fundamento nenhum e outras coisas do género!)

Insta flashes #8 - fevereiro 2017


O mês de fevereiro foi tranquilo, com boas notícias. O fim das cadeiras do mestrado e a mudança de casa, ambas essas coisas muito esperadas! Continuo a fotografar o inverno e pormenores da nossa vida em família, principalmente da cerejinha. Não saio muito de casa, a não ser para ir trabalhar, por isso não há assim tantas coisas interessantes para contar.
Desde que fui mãe, vivo muito mais para a família e para a vida doméstica e apesar de muitas queixas minhas (por excesso de tarefas, obviamente), acho que é assim que deve ser. As crianças precisam muito de nós e se estivermos disponíveis para elas, seremos todos mais felizes.

Homemade notes to self #28

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Cada vez mais acho que as mudanças só surgem quando estamos prontos para elas, mesmo que não percevamos isso na altura. Já experienciei isso várias vezes na minha vida e a última foi mesmo a mudança de casa. 
Tenho tudo muito trabalho aqui para perceber o melhor sítio para cada coisa e para pôr as roupas em ordem (lavadas, engomadas e arrumadas nos armários) e conseguir manter as divisões arrumadas e limpas e ainda conseguir trabalhar (obviamente na escola e com os miúdos a almoçar cá em casa), mas tem sido muito recompensador perceber que estava a precisar de uma mudança e que esta casa era tudo o que precisávamos!
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